O Balance Board, ou Prancha de Equilíbrio é
composto de uma tábua de madeira maciça sobre um cilindro resistente e
emborrachado, é ótimo para quem deseja aprimorar o equilíbrio e o
controle dos movimentos nos mais variados esportes com prancha.
Material
O equipamento é impermeável e possui (geralmente) uma camada de lixa transparente em cima do shape
que garante aderência e segurança ao praticante. Foi desenvolvido para
ser muito resistente, possibilitando o uso por qualquer pessoa
independentemente do peso.
Gambiarra
Para não precisar pagar o olho da cara na Versão Gourmet do produto, basta pegar um cano de PVC bem grosso ou uma garrafa pet cheia de água (prefiro o cano), um shape velho ou um pedaço resistente de tábua e pronto, tem a versão BR do Balance Board.
Outras funcionalidades
Além do auxílio no condicionamento esportivo, o balance board
é eficaz em tratamentos fisioterápicos e, sem dúvidas, funciona também
como um excelente atrativo para as eventuais visitas à sua casa.
5 filmes para se inspirar antes de um campeonatos de skate
No estado de São Paulo o skate é o
segundo esporte mais praticado, ficando atrás apenas do futebol. Por
isso, o nosso país tornou-se um dos maiores reveladores de skatistas,
chegando a exportar profissionais em diversas categorias. Os skatistas
brasileiros normalmente encabeçam o Top 3 nas principais competições de
todo o mundo.
Entretanto, o skate está muito longe de ser apenas um esporte, trata-se também de um lifestyle com uma cultura riquíssima que tem influência também na moda, na música, na arte e até no cinema!
Se você também é um amante do skate e
está inclusive almejando ou se preparando para os próximos campeonatos
de skate, confira nossa lista com 5 filmes de skate para você se
inspirar!
1. Dogtown and Z-boys/ Onde tudo começou (2001)
O filme trata de um documentário dirigido por Stacy Peralta (um dos Z-boys) e narrado pelo ator Sean Penn que contava sobre o início do skate, a influência que aquele grupo de skatistas/surfistas adolescentes teve na história do skateboard.
A história tem um enredo bem fiel à
realidade. O filme conta como um grupo de jovens surfistas, na época da
seca na Califórnia, levou as manobras que eram realizadas na água para o
asfalto, usando piscinas vazias para treinar as manobras criando uma
grande revolução no esporte.
Muito do material usado nas filmagens
foi feito por adolescentes da época que, por querer fazer parte do
Z-boys, fotografavam e filmavam os skatistas mais talentosos. Quem é fã
de Tony Hawk, um dos maiores skatistas do mundo,
certamente vai gostar do filme, já que o documentário mostra o
surgimento do campeão e como ele se tornou essa lenda que é hoje!
2 Lords of Dogtown/ Os reis de Dogtown (2005)
Alguns anos depois de “Dogtown and
Z-boys”, Stacy Peralta, juntamente com Catherine Hardwicke, lança o
filme “Lords of Dogtown”, que é praticamente uma continuação ou
complemento do primeiro filme.
O filme conta com uma trilha sonora bem
característica do skate, que vai do punk ao glam rock, enquanto recria
toda a saga dos reis de Dogtown: Stacy Peralta, Jay Adams e Tony Alva —
as primeiras grandes estrelas do skate. Nesse filme Tony Hawk faz uma
ponta também.
3. Vida sobre rodas (2010)
Com muitos brasileiros sendo grandes
estrelas do skate, não poderia faltar um filme para contar a história
desse esporte e estilo de vida aqui no Brasil também!
“Vida sobre rodas” também é um
documentário, sem personagens fictícios, que conta a história do skate
vivida nos últimos 20 anos aqui no país, mostra a trajetória dos
pioneiros do skateboarding aqui no Brasil e suas realizações.
O filme conta com um elenco de grandes estrelas do skate brasileiro como Bob Burnquist,
Lincoln Ueda, Sandro Dias (o Mineirinho) e Cristiano Mateus, mostrando
como eles, com muita competência, conseguiram alcançar o topo do mundo e
representar toda uma geração do skate no Brasil. A história também
reforça a importância desses heróis do skate, proporcionando inspiração
às novas gerações de skatistas.
4. Deck Dogz/ Feras do skate (2005)
O filme traz a história de dois garotos
que têm o sonho de se tornarem skatistas profissionais e participar de
um campeonato de skate. Recheadíssimo de manobras radicais e com Tony
Hawk interpretando a si mesmo no filme, “Deck Dogs” é um filme que pode
garantir muita inspiração para quem está sonhando em participar de
campeonatos de skate!
5. We are blood (2015)
O mais recente filme de nossa lista traz “We Are Blood”, dirigido por Ty Evans e com uma qualidade excelente de imagem!
A história mostra Paul Rodriguez,
um skatista Californiano, numa épica viagem pelo mundo junto de outros
skatistas igualmente incríveis ultrapassando os limites do que é ou não
possível sobre o shape e as quatro rodas trazendo muitas manobras legais
e criativas.
Que tal começar agora mesmo a assistir os filmes da nossa lista e se inspirar para os campeonatos de skate?
Depois do medo e incerteza, a sensação de missão cumprida ainda pode trazer benefícios à saúde
Divulgação Saltar de paraquedas é um dos esportes radicais que mais atrai praticantes em busca de adrenalina
As sensações de incerteza e risco que alguns esportes radicais proporcionam a seus praticantes são engolidas pela superação após o fim da atividade.
Depois que a insegurança acaba, a vontade de repetir a brincadeira ganha força. No fim, a sensação se transforma num vício. E o que até então trazia medo, passa a se tornar um hábito. Assim são os esportes radicais.
Para muitos, esse desafio pessoal de superação do medo é o grande atrativo dessas atividades. Rodrigo Macaco, na busca por um novo esporte, foi fazer um salto duplo em Boituva, interior de São Paulo e se apaixonou pelo voo: “O paraquedismo não é como qualquer outro esporte radical. A sensação de quase morte, de você ter que se salvar, é inexplicável. Você se sente mais vivo”.
A principal diferença dos esportes radicais, quando comparados aos exercícios mais leves, é a situação de risco em que eles colocam aqueles que os praticam.
No momento de tensão, o corpo do praticante libera adrenalina, fazendo com que a frequência cardíaca do atleta aumente e com que suas reações naturais do corpo humano, como luta ou fuga, sejam ativadas.
Através destes estímulos, os praticantes ganham confiança para realizarem os movimentos necessários para as mais distintas situações. Por exemplo, pegando uma onda grande e ganhando velocidade numa prancha de surfe, saltando de um avião e caindo em queda livre antes de abrir o paraquedas.
Já para Bernardo Igreja, de 26 anos, a superação pessoal não pode anular completamente o medo. Ele acredita que a ansiedade e inquietação são necessários para se manter atento aos riscos inevitáveis do esporte. “A meu ver, superação é aceitar e abraçar esse medo, sabendo conviver de forma harmônica com ele em troca de uma recompensa que você sabe que vem", disse o paraquedista.
"Esse processo, gradativo e fundamental, é facilitado a partir do exato momento em que você entende e decide que saltar de um avião em movimento para ter alguns segundos de queda livre é algo que você quer para a vida inteira", completou Igreja.
A consciência é essencial pois muitas das atividades radicais exigem grande responsabilidade de seus praticantes. “Muita gente acha que o paraquedismo é só saltar, mas é um esporte como qualquer outro, que exige muita prática e dedicação. Se você não saltar por um certo tempo, você precisa fazer uma reciclagem. A frequência é muito importante para você poder acompanhar sua evolução”, explica Macaco.
A vontade de ir cada vez mais longe e de se superar não podem ultrapassar os limites individuais, por isso, recomenda-se o auxílio de intrutores para o processo. Até mesmo os mais experientes devem ter cuidado com o tênue limite do risco colocado.
Terapia
Além do alívio após o fim do exercício, os esportes radicais são opções de fuga para o estresse e servem como terapia. A execução das atividades alivia as tensões cotidianas.
A prática de esportes radicais vai além do benefício psíquico, como superação pessoal, autoconfiança, coragem. São também responsáveis por melhoras físicas como consciência corporal, equilíbrio, força muscular e coordenação motora.
Com tanta diversidade, o nosso Brasil é
ideal para a prática de vários esportes radicais. Com clima, relevo e
vegetação diferentes, cidades grandes e pequenas de norte a sul do país
proporcionam a nós viajantes experiências que levam a adrenalina lá no
topo.
Se você, como eu, anda por aí procurando
lugares para se aventurar em atividades nada convencionais, tome nota
dos 10 esportes radicais para praticar no Brasil e se prepare para uma
viagem radical por em diferentes regiões do país. Nessa lista está o
paraquedismo, que é um dos esportes radicais mais populares do mundo, e o
balonismo, um dos mais antigos, mas há tantos outros capazes de fazer
você sentir mais vivo do que nunca.
Paraquedismo, Boituva/SP
Na cidade de Boituva, em São Paulo,
fica a maior área livre para a prática do paraquedismo da América
Latina e uma das maiores do mundo. No Centro Nacional de Paraquedismo há
uma escola de paraquedismo com certificado de qualidade atribuído pela United States Parachute Association (USPA) esperando por você.
Surfe em grandes ondas, Ilha dos Lobos – Torres/RS
No Brasil, quem procura grandes ondas
tem pelo menos três praias de responsa. A lista é encabeçada pela Ilha
dos Lobos, em Torres, no litoral norte do Rio Grande do Sul.
Aqui, as ondas ultrapassam os cinco metros com tubos perfeitos. A praia
é cercada de pedras e fica a dois quilômetros da costa, com acesso
feito apenas de barco. As outras duas boas opções são a Praia da Vila em
Imbituba, Santa Catarina, e a Cacimba do Padre, em Fernando de Noronha, Pernambuco.
Rapel, Bonito/MS
Paisagens deslumbrantes e o famoso Abismo das Anhumas fazem de Bonito, no Mato Grosso do Sul,
um dos melhores lugares do Brasil para praticar rapel, a escalada com
ganchos e equipamentos de segurança. Para chegar da fantástica caverna
que esconde um lago submerso é preciso ralar: são 72 metros de subida,
mas vale a pena.
O famoso Abismo Anhumas, em Bonito.
Street Luge, Teutônia/RS
Inspirado no Ice Luge, cuja velocidade
ultrapassa os 100 Km/h, no Street Luge você fica praticamente deitado em
pranchas de fibra de vidro enquanto desce ladeira abaixo. Essa mania
que começou a virar profissão na Califórnia, já conta com competições
específicas e parte dos praticantes de alto nível são brasileiros.
Teutônia, na serra gaúcha, não só abriga campeonatos de nível
internacional como também tem uma das ladeiras mais rápidas do mundo
Base Jump, Dedo de Deus – Guapimirim/RJ
Vales, penhascos, prédios e pontes não
faltam no Brasil, mas é o Dedo de Deus, com 1.692 metros de altura, no
Parque Nacional da Serra dos Órgãos, em Guapimirim, o lugar preferido de
Luiz Henrique Tapajós – conhecido por Sabiá ou homem pássaro – para a
prática do Base Jump com wings, asas que surgem quando você abre os
braços para plainar.
Rafting, Foz do Iguaçu/PR
O Brasil é tricampeão mundial no
rafting, a modalidade de esporte radical mais praticada no mundo. Aqui,
nas terras tupiniquins há pelo menos cinco pontos ideais para a prática
do esporte. A lista começa com Foz do Iguaçu, no Paraná,
nas dramáticas quedas das Cataratas do Iguaçu. Rio das Contas em
Itacaré, na Bahia, e o Rio Formoso, em Bonito, também são opções
radicais.
As quedas das Cataratas do Iguaçu.
Free Style Motocross, Marília/SP
Em Marília, no interior de São Paulo, o
torneio de saltos ornamentais em piruetas que chegam a 10 metros de
altura ainda é um esporte relativamente novo, mas já há muitas feras
brasileiros encarando concorrentes estrangeiros em competições
internacionais. Para quem quer começar no esporte a dica é aproveitar os
melhores centros de treinamento do país que ficam aqui. Afinal, além de
muita coragem, você precisa mesmo é de uma boa pista.
Balonismo, Piracicaba/SP
Um dos esportes radicais mais antigos do
mundo, o balonismo foi inventado por um brasileiro. Nascido em Santos, o
padre Bartolomeu de Gusmão conseguiu ser elevado a quatro metros do
chão em uma apresentação para o Rei Dom João V e sua corte, em Lisboa.
Um dos lugares mais importantes para a prática do balonismo no Brasil é a
cidade de Piracicaba, no interior de São Paulo. Com suas grandes
planícies, a cidade é a capital brasileira do esporte, mas Maringá, no
Paraná, e Rio Branco, no Acre, oferecem boas condições para você voar de balão.
Vista do sobrevoo de balão no Acre.
Cave Jump, Gruta do Lapão/BA
Já pensou em saltar na boca de uma
caverna? Pois é exatamente isso que o Cave Jump faz, um esporte radical
bem parecido com o Bungee Jump. No Brasil o único lugar onde isso é
possível é na Gruta do Lapão, na Chapada Diamantina, na Bahia.
Voo Livre – Pedra da Gávea/RJ
Muito popular nos anos 1990, o voo livre é a expressão de liberdade e do velho sonho do homem de ter asas. A Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro,
tem uma das melhores rampas do país, com um visual deslumbrante de toda
a Zona Sul da Cidade Maravilhosa. Lá é possível encontrar instrutores e
fazer voos duplos.
Trail run é uma modalidade escolhida por cada vez mais corredores, ou
por se sentirem “cansados do asfalto” ou para buscar motivações maiores.
Além de envolver corrida, o trail é mais desafiador e cheio de
imprevistos, já que é feito em serras, estradas, montanhas e locais
isolados. Iniciar nessa modalidade pode ser muito difícil se não tiver
os cuidados necessários em relação aos treinos e competições.
Veja algumas dicas para você que é iniciante nesse universo.
1. Todo preparo é importante
Quem já corre na rua deve ficar ciente de que nas trilhas o esforço que o
corpo faz é diferente, mesmo quem já está acostumado terá que
reaprender a ser um iniciante. Ter paciência e o preparo físico adequado
é essencial.
2. Estar bem equipado faz a diferença
Na rua quanto menos coisa melhor, mas na trilha não é bem assim. Você
deve levar sua mochila com tudo o que for precisar, incluindo kit de
primeiros socorros e casaco térmico. Protetor solar e repelente também
podem ser ótimos aliados, nunca se sabe quando serão úteis, então leve.
3. Alimentação e hidratação
É fundamental repor as energias ainda durante o trail. Leve sempre água,
pelo menos um litro, e alimentos, isso vai ajudar no seu desempenho e
te manter preparado em caso de acidentes, como se perder ou se lesionar.
4. Conheça o local
Para quem está começando, não é recomendado fazer trilhas sozinho e nem
em lugares desconhecidos. Prefira treinar em grupo ou em um lugar que já
conhece. Preze pela sua segurança.
5. Faça treinos mais intensos nos finais de semana
Para quem mora em cidades grandes é bem difícil treinar em trilhas
durante a semana, mas esse contato mais próximo à natureza faz toda a
diferença, por isso sempre que possível vá para as trilhas aos finais de
semana. É bom começar com desníveis pouco acentuados para o corpo e a
musculatura irem se habituando ao piso e às suas exigências.
Foto: Blas/Fotolia
6. Pense bem antes de escolher a primeira prova
Tudo depende da sua resistência. Antes de se inscrever em alguma prova,
você deve estar treinando pelo menos três dias por semana para ter o
ritmo necessário para aguentar firme. Você não vai querer parar na
metade, certo? Então, escolha uma corrida de trilha para iniciantes, que
te dará chance de completá-la até o final.
7. Defina seus objetivos
O mais importante é ser sempre sincero e realista com os seus objetivos.
Eles devem ser acessíveis e alcançáveis para que você não desanime na
sua primeira trail run.
8. Divirta-se!
Você não se tornará o melhor trail runner de uma hora para outra, então
vá no seu ritmo. Aproxime-se da natureza e aproveite a paisagem. Antes
de pensar em resultados, corra por prazer!
Escolher a bicicleta certa não é uma
tarefa simples. É preciso ficar de olho até nos pequenos detalhes. Mas
como atingir os 100% de acerto na hora de adquirir a primeira mountain
bike?
De modo geral, existem dois critérios básicos que todo ciclista deve ter
em mente. O primeiro é o quadro, pois este é a alma da bicicleta, e sua
escolha depende muito do objetivo do ciclista. Por exemplo, se ele vai
usar a bike para treino, competição (aí entra também o tipo da prova) ou
cicloturismo.
O segundo quesito é o conjunto de peças, afinal é ali onde estão os
detalhes que muitos iniciantes têm dificuldades em entender ou observar.
Confira os tópicos abaixo.
1. O que procurar no quadro?
A primeira mountain bike deve atender a todas – senão a maioria – das
necessidades do ciclista. Nesse caso, o quadro precisa ter:
Geometria acertada: para oferecer conforto e desempenho em
passeios, trilhas e cicloviagens. No caso das viagens, é importante
observar se o quadro possui fixação adequada para receber bagageiros,
pois aqueles que não oferecem esse recurso são bastante limitados no
transporte de alforjes.
Diferentes opções de tamanhos o ideal são as marcas que oferecem
cinco opções, por exemplo: S, M, L, XL e XXL. Só essa amplitude vai
oferecer a bicicleta certa que atenda todos os ciclistas de acordo com a
estatura de cada um.
Foto: Giorgio Pulcini/Fotolia
2. Suspensão
As nomenclaturas das suspensões podem confundir até os mais experientes
no mercado. Fique atento às peças de reposição como botões, travas e
saiba se o lojista possui equipamentos e pode oferecer assistência para
eventuais problemas.
3. Freios
Muito parecido com a decisão de escolher a suspensão. Pergunte se
existem peças de reposição e como fazer para adquiri-las como pastilhas,
mangueiras ou outros itens que o lojista possua para a “sangria” do
freio.
4. Peças e componentes
O conjunto de peças vai garantir a durabilidade e o funcionamento da
bike. Mais vale ter um conjunto em perfeita harmonia do que o melhor
câmbio traseiro.
Existe o hábito de olhar somente para a marca ou modelo do câmbio
traseiro e quantas velocidades a bicicleta possui. Cuidado, pois são
outros itens como cubos, pedivela, cassete, movimento central e caixa de
direção que normalmente dão as maiores dores de cabeça aos ciclistas.
Olho neles!
5. Manopla e selim
Manopla e selim são os principais pontos de contato do ciclista. É
sempre válido dar atenção a esses itens, entender se eles oferecem
conforto e como isso pode favorecê-lo.
Qual bike recomendada?
Com o slogan “desempenho sem abrir mão do conforto”, a linha Aspect é
perfeita para o mountain biker iniciante, porque conta com:
Head tube alongado: proporciona uma pilotagem mais ereta. Top tube ligeiramente reduzido: oferece um posicionamento mais confortável. Triângulo traseiro ligeiramente mais comprido: a velocidade média é mantida com mais facilidade. Suporte para fixação de bagageiros: maior versatilidade para fixação de bagageiros e alforjes. Os melhores componentes: respeitando compatibilidade das famílias
Shimano e preservando a relação (pedivela/coroas, câmbios e cassete) da
marca. O que proporciona, além de grande durabilidade, trocas de
marchas extremamente precisas. Suspensões: Suntour e freios Shimano ou Tektro.