sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Surf Feminino 2016, Silvana Lima vence Brasileiro

Com vitória, cearense celebra tetracampeonato brasileiro. Confira


A cearense Silvana Lima é a nova campeã brasileira de surf feminino e comemora seu tetracampeonato brasileiro.
Durante todo o final de semana, dias 24 e 25 de setembro, as melhores surfistas do Brasil competiram nas categorias Sub 10, Sub 12, Sub 18 e Profissional em condições desafiadoras, já que o mar esteve bastante difícil, com ondas ultrapassando os 2 metros de altura.
“Estou muito feliz. As condições estavam difíceis lá fora então minha estratégia foi pegar as maiores ondas e manobrar o máximo possível. Tive sorte de pegar uma esquerda muito boa e quase tirei um 10”, contou Silvana.

MENORES DE 18

Tainá Hinckel, de apenas 13 anos, conquistou o título de campeã na categoria Sub 18. “Estou muito, muito feliz! Apesar de o mar estar difícil, graças a Deus consegui duas ondas salvadoras que garantiram minha vitória”. Apesar da pouca idade, a pequena surfista da Guarda do Embaú acumula vasta experiência em competições ao redor do mundo.
Na categoria Sub 12 quem se deu bem foi Rafaela Coelho. “Me preparei muito para esse campeonato, estou muito contente”, contou a surfista. Entre as pequeninas, na categoria Sub 10, quem faturou foi Naire Marquez, de Ubatuba. “Estou muito feliz por ela. O mar está grande, o que tornou tudo mais especial, foi um desafio, estamos muito felizes.” Comentou a mãe de Naire, Mainara Karniol.
O evento ainda contou com a bateria “Expression Session”, na qual dez surfistas convidados disputaram premiação em dinheiro. O local de Ubatuba, Tamae Bettero se deu melhor e faturou o primeiro lugar do pódio, seguidos por Wesley Leite e Marco Aurélio, com segundo e terceiro lugar respectivamente.
Ao final do evento, houve uma homenagem comandada por Wiggolly Dantas, que se emocionou ao falar sobre o trabalho realizado pelo professor e “mestre” Alberto Jacob. “Agradeço muito ao Jacob por tudo que ele fez quando eu ainda era pequeno, ele me ensinou muito.”  Contou Guigui. O professor Fábio Lima, o locutor Carlinhos, o juiz Paulo Motta, o representante da SAI (Sociedade Amigos de Itamambuca) Dado Villas Boas e a organizadora do evento Natali Paola foram outros homenageados do dia. Além de Dennis S Damianovich, franqueado Wizard, patrocinadora oficial do evento.
A surfista Suelen Naraisa, irmã de Wiggolly Dantas, finalizou o evento agradecendo a todos presentes na praia que não se intimidaram com o mau tempo que predominou durante todo o dia em Itamambuca. “Estou muito feliz com a presença de todos vocês. O meu resultado não foi o esperado mas, com certeza, meu coração está em festa. O surf feminino não pode morrer e vamos fazer de tudo para que esse evento cresça e vire um circuito”, finalizou Suelen.
Fonte: http://hardcore.uol.com.br

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Alto custo "freia" snowboard brasileiro

Das viagens internacionais, passando por equipamentos obrigatórios e tickets em estações de ski, atletas precisam investir alto para se desenvolver no esporte 

 

Isabel Clark - equipamento completo snowboard (Foto: Thierry Gozzer)Isabel com os equipamentos: bota, prancha, calça, casaco, luvas, capacete... (Foto: Thierry Gozzer)
 
Formar um atleta de snowboard no Brasil é caro e tarefa ingrata. Não bastasse a falta de neve no país, o que faz com que os praticantes precisem viajar longas distâncias para treinar, é preciso investir alto em equipamentos para a prática do esporte. Bota, jaqueta, óculos, prancha, calça, luvas e capacete são itens obrigatórios e podem custar até R$ 3 mil. Gestora do esporte em solo nacional, a Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN) trabalha com a possibilidade de migrar atletas para a neve, mas aumentar a base de praticantes não é fácil por conta dos altos custos financeiros que no início precisam ser arcados pelos próprios atletas, quase todos sem patrocínio.

- Temos consciência que o snowboard nunca será um esporte de massa. Um vôlei, um futebol. Queremos estruturar para que um número mínimo de pessoas possam fazer a modalidade. E que daquele número, que para nós seria uma base mais larga, possamos detectar os talentos e designar para o alto rendimento. No snowboard big air, que é acrobático, se tivermos dez meninas entre 10 e 14 anos, estaria um número bom e parelho com federações que têm resultados diferenciados. E de 20 a 50 meninos seria o ideal - explica o CEO da CBDN, Pedro Cavazzoni, lembrando que a entidade estuda com atenção os atletas do sandboard, de mesma base e praticado nas areias.

Uma prancha de snowboard para iniciantes custa até R$ 1 mil. É preciso ainda comprar o blind, que fixa os pés no equipamento e custa R$ 300. A bota sai por R$ 500. As luvas têm o preço médio de R$ 100, os óculos R$ 200, capacete por R$ 100, calça e jaqueta por R$ 600. Além dos custos obrigatórios, é preciso viajar para fora do país.  A América do Sul é o caminho mais em conta no começo. Assim, atletas que praticam modalidades com base similar, como o surfe e o skate, precisam investir pesado.

Snowboard - capacete e óculos equipamento alto custo (Foto: Thierry Gozzer)Capacete e óculos são equipamentos de alto custo e necessários para o snowboard (Foto: Thierry Gozzer)

- Além de ter que fazer a viagem, você precisa ter o equipamento. Para quem for fazer a primeira vez, o ideal é alugar os equipamentos. Prancha, bota, tudo você aluga. Você pode comprar materiais usados, o que é algo novo e bem legal, onde gasta-se menos. Não é barato, mas vale muito a pena - explica Anderson Dias, de 41 anos, e que disputou o Brasileiro na categoria Master A.

A maioria dos atletas brasileiros opta por viajar primeiro para Chile e Argentina. O real ainda é valorizado com relação às moedas locais e o deslocamento aéreo é mais em conta. Contudo, em algumas situações, dependendo da companhia aérea é preciso pagar o excesso de bagagem, já que na América do Sul o viajante só pode levar 23kg. Os Estados Unidos aparecem como segunda opção, seguido pela Europa. Quem escolhe alugar os equipamentos precisa arcar com custos de 50 dólares/dia (R$ 180) em média para os itens obrigatórios.

Estação de ski segue aberta enquanto a competição é realizada em área separada (Foto: Thierry Gozzer)Atletas precisam pegar os lifts para subir a montanha nas estações (Foto: Thierry Gozzer)
 
Além disso, para subir a montanha é preciso fazer outro investimento. Os chamados "lifts". São os teleféricos ou modais que levam ao topo, de onde os snowboarders descem. Um dia de lift em uma estação concorrida pode custar até 120 dólares, como explica Pedro Mota, vice-campeão brasileiro no Master A, em Corralco, no Chile.

- Se vier para a América do Sul, você consegue ficar uma semana gastando de R$ 4 mil a R$ 6 mil. Você consegue hotéis mais baratos, mas os passes para subir a montanha custam de 50 a 120 dólares e acaba onerando. Se você tiver experiência, consegue ir para a Europa com preço melhor. Na Europa a concorrência é maior, existem mais pistas, estações, e aí mesmo sendo mais longe acaba ficando mais barato - explica Pedro Mota, que pratica o snowboard desde 1997.
A próxima Olimpíada de Inverno acontece em Pyeongchang, na Coreia do Sul, entre os dias 9 e 25 de fevereiro. O Brasil nunca teve um snowboarder na disputa masculina. No feminino, Isabel Clark está entre as 20 melhores do mundo no snowboard cross e disputou três Jogos Olímpicos. Ela começou em Corralco a corrida olímpica para 2018.
Fonte: http://globoesporte.globo.com.br

sábado, 24 de setembro de 2016

Rocky Spirit chega ao RJ, começa hoje, aproveite!!

Festival outdoor de filmes de aventura acontece em Ipanema, nos dias 24 e 25 de setembro
Assistir a filmaços sobre esporte e aventura já é uma curtição. Quando isso acontece ao ar livre e não custa nada, fica melhor ainda. Pois esse é o formato do Festival de Filmes Outdoor Rocky Spirit, que neste ano chega a sua sexta edição. Em 2016, as exibições já aconteceram em São Paulo (Parque Ibirapuera), e agora, nos dias 24 e 25 de setembro, será no Rio de Janeiro (na areias do Posta 10 de Ipanema).
Organizado pela editora Rocky Mountain (que publica as revistas Go Outside, Hardcore,Runner’s World e Bicycling), o festival tem como missão usar o poder do filme e da arte para inspirar as pessoas a buscar uma vida melhor, mais conectada com a natureza. Para isso, traz uma seleção cuidadosa de alguns dos melhores documentários de temática outdoor produzidos recentemente no Brasil e também “importados” do maior festival norte-americano do gênero, oMountainfilm in Telluride. A maioria dos filmes são estreias mundiais, e não serão exibidos em outras ocasiões no Brasil.
Quem já conferiu o festival de perto sabe como funciona: ainda de dia, rolam shows de bandas convidadas e, quando começa a escurecer, a imensa tela de 150m² vira a estrela do evento, com documentários sobre surf, skate, escalada, snowboard, ciclismo e meio ambiente, entre outros temas outdoor. A melhor estratégia é chegar cedo, trazer um piquenique, achar um bom lugar e aproveitar o fim de tarde e a noite com família e amigos.
Conheça alguns dos filmes que você vai poder curtir no festival esse ano:

THEACCORD
The Accord. Foto: Divulgação

THE ACCORD, 2016, Islândia, 18 min. A Islândia é uma ilha no extremo norte do Atlântico com ventos imprevisíveis, poucas ondas realmente boas e temperaturas gélidas que exigem um arsenal de roupas de borracha. Ser um surfista na Islândia requer uma combinação de força de vontade, paciência, paixão e insanidade. Mais do que tudo, exige que você seja bem amigo do seu companheiro mais violento, caprichoso e, por vezes, benevolente: o vento.

Cena do filme "Ace and The Desert Dog". Foto: Divulgação
Cena do filme “Ace and The Desert Dog”. Foto: Divulgação

ACE AND THE DESERT DOG, 2016, EUA, 9 min. Ace Kvale, um fotógrafo veterano, e Ghenghis, um cachorro blue heeler “blogueiro”, vivem juntos no deserto do Utah. O quintal deles são milhões de acres de cânions, desfiladeiros, paisagens e deserto. Para comemorar seu aniversário de 60 anos, Ace se propõe a fazer um trekking de 60 dias com seu companheiro canino. A longa caminhada da dupla nos ensina a desacelerar e, acima de tudo, nunca esquecer de se divertir.

ICELAND, PROVEN HERE, 2015, EUA, 6 min. A vegetação e as montanhas da Islândia compõem uma paisagem de outro mundo. Ao adicionar o ciclista Sam Seward ao lugar, rasgando single tracks com sua bike, temos um show visual inesquecível de mountain bike.

Cena do filme "When We Were Knights". Foto: Divulgação
Cena do filme “When We Were Knights”. Foto: Divulgação

WHEN WE WERE KNIGHTS, 2016, EUA, 12 min. Sabendo que seu estilo de vida é altamente arriscado, o escalador e base jumper Matt Blank começou a escrever cartas a seus amigos e familiares para dizer o quanto eles eram importantes para ele, caso algo lhe acontecesse. Porém, Ian Flanders, companheiro de saltos e dos amigos mais próximos de Matt, morreu antes do que ele. O filme fala sobre amizade, aventuras e as várias facetas do amor que dão sentido a nossa vida.

SHOWDOWN AT HORSESHOE HELL, 2015, EUA, 20 min. O Horseshoe Canyon é um pacato rancho no estado do Arkansas onde quase nada acontece. Exceto uma vez por ano, quando centenas de escaladores vão até lá participar do Horseshoe Hell, uma competição que parece uma combinação bizarra de festival de música e revista de escalada. Quando Alex Honnold aparece, vem pronto para vencer. Mas ele não está preparado para o nível da loucura e os dois escaladores azarões.

Cena do filme Costanera. Foto: Divulgação
Cena do filme Costanera. Foto: Divulgação

COSTAÑERA, 2016, Uruguai, 7 min. O mineiro Fernando Biagioni passou 22 dias pedalando com sua mulher, Carol, pelo Uruguai. O casal percorreu 775 km ao longo da costa do país. Junto com eles viajou a filha do casal e estrela do filme, Maya, de dois anos. “Podem dizer que bagunçamos a vida dela, e perguntar por que trocamos a cadeirinha confortável de um carro por um reboque que treme com os buracos no chão, um fogão convencional por fogueiras, uma casa por barracas. E pergunto: por que não?”.
NTRE GIGANTES, 2015, Brasil, 3 min. O mineiro Fernando Nazário começou a praticar corrida de aventura em 2006, se especializou em trail run e já coleciona diversos títulos na modalidade. Suas grandes conquistas até agora foram as vitórias nas geladas provas Ultra Trail Torres del Paine, em 2014, e na Ultra Fiord, em 2015. O filme mostra bonitas cenas da preparação do atleta para esta última, quando correu 114 km em 15h50.
ESPÍRITO DAS GERAIS, 2016, Brasil, 11 min. Em maio de 2016, os escaladores Edemilson Padilha e seu filho Ian Padilha, acompanhados de Valdesir Machado, Alessandro Haiduke e do fotógrafo Edson Vandeira partiram para conquistar uma nova rota de escalada na Pedra da Lavra, na divisa entre o Espírito Santo e Minas Gerais. O que seguiu foram dias de desafios, companheirismo e risadas, longe do hype e dos holofotes, em uma expedição de puro amor ao esporte e à montanha.

VAI NESSA:
Rocky Spirit 2016 no Rio de Janeiro (RJ)
Quando: Dias 24 e 25 de setembro
Local: Posto 10 de Ipanema
rockyspirit.com.br

PROGRAMAÇÃO:

>> SÁBADO, DIA 24 DE SETEMBRO

17h00 Show da banda Orquestra Voadora
19h00 FILMES

Primeiro bloco de filmes:

Uncontainable
The Adventure Dispatch
Wasfia
Entre Gigantes
The Trail to Kazbegi
Ace and the Desert Dog
Showdown at Horseshoe Hell

INTERVALO

Segundo bloco de filmes:

Darklight
Espírito dos Gerais
The Accord
De Costa a Costa
Snowflake
Throw
>> DOMINGO, DIA 25 DE SETEMBRO
17h00
Show da banda Suricato
19h00 FILMES
Primeiro bloco de filmes:
Kaleidoscope
The Man & the Sea
Fast Forward
Andes 6000+
SOS Mantiqueira
When We Were Knights
Siberian Traverse

INTERVALO

Segundo bloco de filmes:

Iceland. Proven Here
Lunar
Costanera
Equal Footing
Revolutions
Locked In
Equipe-se
Dicas para aproveitar o Rocky Spirit 2016:
> Uma canga, esteira ou isolante garantem o conforto na grama ou na areia
> Fique quentinho com um bom casaco e uma jaqueta impermeável para o caso de chuva
> Lanches e petiscos são bem-vindos, e ótimos para beliscar durante os filmes
> Prefira ir ao festival de bike, a pé ou de transporte público. Se for de carro, tente enchê-lo de amigos
> Banheiros químicos estarão à disposição do público. Faça sua parte para mantê-los limpos
> Evite utilizar utensílios descartáveis e certifique-se de que todo o lixo vá para o lixo

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Quer saber onde pode praticar a Canoa Havaiana

Vocês podem aproveitar e participar de grupos para a prática do esporte no Rio de Janeiro, confira:

Sobre o passeio de Canoa Havaiana no Rio de Janeiro

Entre no site http://rionatural.com.br/pt-br/tours/canoa-havaiana/, e confira corretamente como agendar e aproveitar essa modalidade de esporte de aventura.

No Brasil as canoas havaianas têm sido utilizadas para a prática de esportes e ecoturismo. Na canoagem havaiana o trabalho em equipe, espírito de grupo e o pertencimento são marcantes.

Saímos da praia da Urca de canoa havaiana, tendo como destino o Forte da Laje, fortaleza localizada na entrada da Baía da Guanabara, entre o Rio de Janeiro e Niterói. Percorremos 5 km com vistas panorâmica para o Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Floresta da Tijuca, Aterro do Flamengo, Centro e Niterói.

Como não pode faltar em todo passeio de barco, fazemos uma parada para banho em um ponto estratégico onde nos refrescamos e desfrutamos da tranquilidade do mar do Rio.

Como agendar o passeio de Canoa Havaiana no Rio de Janeiro


Possuímos saídas diárias para o passeio de Canoa Havaiana, você pode escolher a melhor data para você. Precisamos de no mínimo duas pessoas, caso você esteja sozinho se junte aos grupos.

Para agendar entre no site: http://rionatural.com.br/pt-br/tours/canoa-havaiana/,  e preencha o pequeno formulário. Após o preenchimento você será direcionado para a página de pagamento e deverá pagar um valor de reserva de R$ 100 por pessoa. A reserva deverá ser paga através de cartão de crédito(PayPal) ou depositada em conta(somente pessoas que possuam conta no Brasil). O restante deverá ser pago em dinheiro, diretamente ao guia no dia do passeio.

Fonte : http://rionatural.com.br/pt-br/tours/canoa-havaiana/















terça-feira, 20 de setembro de 2016

Canoa Havaiana

Canoa Havaiana





Um pouco da história da Canoa Havaiana


Originárias do Oceano Pacífico, estas embarcações são também chamadas de canoas polinésias, outriggers, wa’a ou va’a. Muito tradicionais na região do triângulo polinésio, elas fazem parte da realidade do Havaí, Tahiti, Polinésia Francesa e Ilha de Páscoa, além de Austrália e Sudeste Asiático.

Os primeiros barcos eram simples, construídos com ferramentas rudimentares, dois grandes pedaços de árvore unidos e uma vela central. A construção de uma canoa havaiana começava com a escolha de uma árvore da floresta, que passaria a ser cultuada e reverenciada. As canoas eram essenciais para as populações do Pacífico, serviam para: transporte, pesca, expedições e prática esportiva.

A prática ganhou força em 1876. O primeiro clube de canoa havaiana foi fundado em 1908. Na década de 70, o esporte se expandiu na Austrália e atualmente está difundido em todo o mundo. No Brasil, se popularizou em 2000, a partir de núcleos em São Paulo, Santos e Rio de Janeiro.



quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Canoagem: saiba tudo desse esporte

Canoagem: saiba tudo desse esporte



Que tal em entrar em forma e emagrecer ao ar livre, na água e com um grupo de pessoas bacanas? Esta é a proposta da canoagem, esporte que divide com o remo a preferência das atividades aquáticas.
A canoagem trabalha braços, costas e core, mas não se engane: para segurar uma remada forte é preciso usar bastante as pernas e glúteos também, ou seja, praticar o esporte é uma malhação completa, assim como o treinamento funcional!

Remo X Canoagem

O esporte remo já nasceu como treino de velocidade no século 19 e foi rapidamente integrado a modalidade olímpica. Ao invés de canoas, os praticantes usam barcos estreitos e podem escolher entre barcos para uma até oito pessoas, com opções até para o timoneiro, que dá ritmo às remadas.
praticar canoagem nasceu como uma forma de transporte dos nativos norte-americanos - a palavra canoa vem de "kanu", uma embarcação feita de tronco de árvore, usada até hoje no mundo todo, incluindo o Amazonas e a Polinésia. Aos poucos, o meio de locomoção foi virando esporte e hoje se tornou esporte olímpico, oferecendo várias modalidades e tipos/tamanhos de canoas. Saiba mais!

Tipos de pratica de canoagem

Aventura

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A modalidade aventura é para quem não pretende competir. A idéia aqui é se aproximar da natureza pela água, remando em rios, represas, lagos ou até oceanos. A canoa usada depende da distância e das condições de onde se pretende remar: é preciso saber se a idéia é levar mochilas, comida e barracas ou se o objetivo é ir leve e pegar rios mais rápidos.

Canoa havaiana

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Ideal para quem gosta de treinar com um grupo, a canoa haviana é mais longa e tem um cockpit mais fechado, permitindo múltiplos remadores (até 6 pessoas remando). Usada tanto para competição quanto para o turismo, tem como foco o espírito do grupo --as equipes que se formam são bastante unidas.

Freestyle

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Para quem gosta de uma pegada mais radical, a pedida é a canoagem Freestyle, uma das modalidades mais novas e mais emocionantes. A meta aqui é fazer manobras com a canoa em uma onda de rio, aumentando sempre o grau de dificuldade. Aqui vale a técnica e a imaginação, usando como base uma tabela de movimentos e suas variações.

Sprint

canoagem-aventura.jpg
Conhecida como canoagem de velocidade, o sprint é uma das mais famosas por ser uma modalidade olímpica. As competições normalmente acontecem em canais artificiais de 2m de comprimento por 3m de profundidade, pontuados por balizas. Aqui utiliza-se o caiaque ou a canoa de uma a quatro pessoas.

Slalom

canoagem-sprint.jpg
Outra modalidade olímpica é a canoagem slalom, praticada tanto com canoas quanto com caiaques em percursos entre 250m e 300m chamados de portas, sempre em águas rápidas. O objetivo é ir passando por até 25 portas seguindo uma determinada sequência sem errar e sem tocar nas balizas.

Oceânica

canoagem-oceanica.jpg
Quem mora perto do mar pode optar por remar nas ondas do oceano, com provas que seguem um determinado percurso pré marcado em canoas para uma ou duas pessoas.

Maratona

canoagem-maratona.jpg
Similar a Sprint, a canoagem maratona usa canoas mais leve e distâncias acima de 15km, sendo que durante as provas os canoístas devem fazer alguns percursos em terra, carregando as embarcações na mão e com paradas para alimentação e hidratação.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Esporte coletivo: Lacrosse

Lacrosse

Conheça um pouco mais sobre o esporte


Esporte derivado de antigas tradições de povos nativos canadenses, é praticado em sua forma moderna com uma bola de metal pequena e sólida e um bastão de cabo longo chamado de crosse. A cabeça do taco é amarrada com malhas soltas, projetado para capturar e segurar a bola de lacrosse. O objetivo do jogo é marcar, atirando a bola na baliza do adversário, utilizando o bastão para capturar, transportar, e passar a bola para marcar o tento ou impedir que adversário o faça. As principais modalidades deste esporte são: O Field lacrosse, Lacrosse feminino, Box lacrosse e intercrosse. O Field Lacrosse é jogado em campo aberto, em quadras de 100 m de comprimento e 55 m de largura. O Box Lacrosse é uma versão indoor do jogo, disputada por equipas de seis componentes em um rinque de hóquei onde o gelo foi removido ou coberto por relva artificial. No Lacrosse feminino algumas regras são alteradas, vedando muito do contato físico entre as competidoras. O Intercrosse é uma variação do jogo, mais praticada na Europa e na porção francesa do Canadá. Nela se restringe ainda mais o contato físico, as medidas dos campos são diferentes, assim como as dimensões e materiais do crosse e da bola.

   
 
 


sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Esporte coletivo: Badminton

Badminton

Um esporte iniciado pelo militares britânicos


Este jogo de raquetes iniciou-se como uma diversão dos militares britânicos que viviam na Índia no século XIX. O objetivo do jogo é fazer a peteca, ou volante como é também chamada, tocar na quadra adversária. Dessa forma o atleta ou dupla marcam um ponto no placar. Os pontos são corridos e para finalizar o game é necessário abrir uma diferença de 2 pontos do adversário. Quem atingir 21 pontos ganha o jogo. É muito popular em países asiáticos, como Paquistão, Índia, China e Japão, mas conta com praticantes na Europa, na América do Norte, na América Central e na América do Sul.

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terça-feira, 6 de setembro de 2016

Esporte coletivo: Rugby


Rugby 


Começou como uma variação do nosso futebol, tornou-se um esporte de extrema interação física, o que torna obrigatório o uso de equipamentos de segurança, como chuteiras, ombreiras, boqueiras e capacetes, além de uma bola oval. As equipes são constituídas de 15 jogadores em campo e 7 jogadores reservas. As partidas têm duração de 80 minutos, divididos em dois tempos iguais. O objetivo é marcar pontos ao levar a bola até atrás da linha do gol da área adversária e fazê-la tocar o chão. As formas de marcas estes pontos são: Try quando um jogador consegue apoiar a bola com uma das mãos no chão da “área de validação” adversária, a Conversão, que ocorre sempre após o try, a equipe marcadora tem a possibilidade de chutar em direção aos postes do ponto paralelo dentro do campo, tentando fazer com que a bola passe por cima da trave e entre os postes da equipe adversária; o Drop goal que ocorre quando um jogador chuta tentando fazer a bola passar por cima da trave e entre os postes da equipe adversária e o Penalty Goal, cobrado após sofrer uma falta. No rugby o uso das mãos é permitido ao passar as bolas para o lado ou para trás. Para conduzi-as para frente, apenas com os pés. Para roubar a bola do adversário é permitido agarrar e bloquear, o que o torna um esporte de contato muito aguerrido e emocionante.

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quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Esporte coletivo: Pelota Basca, conheça este esporte praticado desde a idade média

Pelota Basca

Praticada desde a Idade Média, teve sua profissionalização a partir do século XIX, principalmente na França e na Espanha e hoje ganha adeptos em várias partes do mundo. Na pela basca, os jogadores ou duplas devem atirar a pelota contra, duas paredes que formam um ângulo de noventa graus, o frontão, acima de uma linha que varia entre noventa centímetros e um metro de altura. Ao voltar, a pelota só pode tocar no solo uma vez e então ser rebatida, senão é ponto. Este esporte é dividido em várias modalidades. Em todas as modalidades as regras são as mesmas Na Cesta Punta, também conhecida como Jai-alai, é praticada em quadras de 54 metros de comprimento e graças ao uso de um instrumento especial, a bolinha pode alcança até 300 km/h. Existem outras modalidades como a Mano, na qual a quadra pode ou não ter trinquete, uma espécie de telhado onde a bola pode quicar livremente antes de atingir o chão e em outras como a Xare, Pala Corta, Paleta Cuero, Paleta Goma, Frontenis e Joko Garbi, são utilizados tacos e raquetes especiais, além de er variações próprias nas regras.

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